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NIHIL SUM, ERGO SUM

poema dadaísta

com 5 comentários

de que me vale todo este sangue que vejo
se o céu azul
é mais azul que qualquer vermelho de mim mesmo?

mariposas durante o dia,
beija-flores ao entardecer,
pequeninas flores sob a luz da lua.

e os olhos escutam tudo;
são enormes e ouvem tudo
fechados como morcegos.

Escrito por Nada Sou

7 janeiro, 2011 às 5:36 pm

Publicado em Devaneio, Poesia

5 Respostas

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  1. e pequeneninho

    ayume

    12 agosto, 2011 em 5:24 pm

  2. é bom este poema dadaista urruw (: é nois manolos ate o fim skt racionais

    luis fernando amorim

    27 setembro, 2011 em 9:48 pm

  3. Lindo!…

    reinodalira

    17 outubro, 2011 em 9:07 am

  4. mt bom

    Anônimo

    27 outubro, 2011 em 2:45 pm

  5. Vale mais do que qualquer valor que algum dia possamos inventar, afinal vale mais que Deus ou do que uma religião.

    Patrick Braunkelce

    15 dezembro, 2011 em 4:29 am


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