poema dadaísta
de que me vale todo este sangue que vejo
se o céu azul
é mais azul que qualquer vermelho de mim mesmo?
mariposas durante o dia,
beija-flores ao entardecer,
pequeninas flores sob a luz da lua.
e os olhos escutam tudo;
são enormes e ouvem tudo
fechados como morcegos.
e pequeneninho
ayume
12 agosto, 2011 em 5:24 pm
é bom este poema dadaista urruw (: é nois manolos ate o fim skt racionais
luis fernando amorim
27 setembro, 2011 em 9:48 pm
Lindo!…
reinodalira
17 outubro, 2011 em 9:07 am
mt bom
Anônimo
27 outubro, 2011 em 2:45 pm
Vale mais do que qualquer valor que algum dia possamos inventar, afinal vale mais que Deus ou do que uma religião.
Patrick Braunkelce
15 dezembro, 2011 em 4:29 am